Acadêmicos e advogados pedem ao STF afastamento de Bolsonaro por incapacidade mental

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Fonte: Folha de S. Paulo

Advogados, acadêmicos e professores entraram com ação civil conjunta no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira, 13, pedindo declaração de incapacidade de Jair Bolsonaro e seu afastamento da presidência do Brasil, segundo Frederico Vasconcelos na Folha de S.Paulo.

A ação descreve razões jurídicas, sociais e psíquicas que determinariam a declaração de incapacidade de Bolsonaro.

São autores da ação o presidente da Academia Paulista de Direito (APD), Alfredo Attié, os professores Renato Janine Ribeiro da USP (ex-ministro da Educação no governo Dilma Rousseff), Roberto Romano da Unicamp, Pedro Dallari da USP, José Geraldo de Sousa Jr da UNB, bem como os advogados Alberto Toron e Fábio Gaspar; que são representados pelos advogados Mauro de Azevedo Menezes e Roberta de Bragança Freitas Attié.

Exposição que marcaria data da abolição é censurada em Santa Catarina

Do 247

O artista Bruno Barbi denuncia que sua exposição “Pertencimento”, que seria exposta no Shopping Iguatemi, de Florianópolis, Santa Catarina, foi alvo de censura e teve a abertura cancelada. A inauguração aconteceria nesta quinta-feira, 13 de maio – data que marca a abolição da escravatura.

O artista chama a decisão de “ato covarde” e uma “tentativa de ocultar um racismo latente, sob a justificativa de que temas polêmicos poderiam melindrar seus clientes brancos e ricos”.

Vacina da Pfizer teria salvo pelo menos 3,5 mil idosos só em março de 2021

De Gustavo Maia na Veja.

Um estudo realizado por um grupo multidisciplinar de pesquisadores brasileiros aponta que um quarto das pessoas com 80 anos ou mais que morreram de Covid-19 em março deste ano no Brasil poderiam estar vivas se o governo federal tivesse aceitado a proposta da Pfizer em agosto do ano passado, para a aquisição de 70 milhões de doses da vacina.

No artigo “O Impacto das decisões das autoridades públicas na vida e na morte da população”, os pesquisadores estimam que 27,08% dos 13.855 idosos acima de 80 anos que morreram em decorrência do novo coronavírus no país já teriam tomado as duas doses da vacina. Considerando que o imunizante tem 95% de eficácia, o número de vidas poupadas seria de aproximadamente 3.500 só em março.

“O Brasil abdicou da aquisição de vacinas no momento em que o mundo todo estava numa corrida pela compra dos imunizantes. Infelizmente, muitas pessoas ainda morrerão por causa dessa decisão”, afirma o advogado Ricardo Barretto, doutor em Direito pela UnB e um dos autores do levantamento — também produzido por especialistas em engenharia química, economia, políticas públicas e desenvolvimento urbano. (…)

Globo censura o nome de Lula ao noticiar Datafolha no Jornal Nacional e em toda a programação

Do 247

A TV Globo tem ignorado o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao noticiar a pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira, que mostra o petista liderando disparado e com possibilidade de vitória já no primeiro turno.

No primeiro turno, a pesquisa mostra Lula com 41% dos votos totais, contra 23% de Jair Bolsonaro – 18 pontos de diferença. No segundo turno, Lula aparece com 55% e Bolsonaro, 32%. Outros candidatos, como Sergio Moro, Ciro Gomes, Luciano Huck e João Doria aparecem com percentuais de 7% para baixo.

O Jornal Nacional desta quinta mostrou apenas o recorte da pesquisa sobre a avaliação de governo de Bolsonaro, ignorando todos os cenários da disputa presidencial de 2022.Na Globonews, o comentarista Carlos Alberto Sardenberg seguiu a mesma linha.

E dizem que praticam jornalismo imparcial. Temos que concordar com o “Globolixo”.

Bolsonaro derrete e pode ser abandonado pelo centrão, diz Mello Franco

Da coluna do Mello Franco – O Globo

O jornalista Bernardo Mello Franco, colunista do Globo, comentou a pesquisa Datafolha, que mostra Lula nas alturas, com chances de vencer no primeiro turno, e o derretimento de Jair Bolsonaro. “As reações de ontem indicam que o presidente acusou o golpe. Três semanas depois de tentar uma trégua com Renan Calheiros, ele foi a Alagoas e xingou o relator de ‘vagabundo’. Em seguida, repetiu que ‘somente Deus’ pode retirá-lo do cargo”, afirmou, em sua coluna no Globo.

“Apesar do apelo aos céus, Bolsonaro escancarou sua dependência terrena. Ele está nas mãos do presidente da Câmara, que segura mais de uma centena de pedidos de impeachment. ‘Graças a Deus o Brasil hoje tem Arthur Lira’, derramou-se. Com o capitão acuado, o deputado e seus colegas do Centrão vão elevar o preço para garantir sua sobrevivência. E nada impede que a turma pule nos braços de Lula depois de sugar a última benesse do governo.”

 

Desesperado, Bolsonaro chama Lula de “filho do capeta”

Das redes sociais

Em conversa com apoiadores nesta sexta-feira 14, Jair Bolsonaro chamou Lula de “filho do capeta” e disse que, se ele voltar à presidência, “nunca mais vai sair”.

“Uma turma ainda quer votar nesse filho do capeta aí. Olha, se esse cara voltar, nunca mais vai sair. Escreve aí”.

Bolsonaro está desesperado após saber do resultado do Datafolha, que mostrou uma desvantagem de 23% contra Lula no segundo turno de 2022.

CPI da Covid: governo admite ter perdido 2,3 milhões de testes

Por Marcelo Hailer – Revista Fórum

O Ministério da Saúde admitiu ao MPF (Ministério Público Federal) que existe o risco de perder milhões de testes para Covid-19. Os kits para detecção do coronavírus estão estocados em almoxarifado com prazo de vencimento em maio deste ano.

A informação consta em uma nota técnica enviada pela pasta em abril à Procuradoria da República no Distrito Federal. Inquérito do órgão acompanha a atuação da União na aquisição e distribuição de testes. O processo do MPF encaminhado à CPI da Covid nesta semana.

Em documento, o Ministério da Saúde afirma que guardava em abril 4,3 milhões de exames em Guarulhos (SP) com prazo de validade perto de expirar. Há uma estimativa de perda, de pelo menos, 2,3 milhões por causa do vencimento.

A pasta tem, também, quase 2 milhões de exames em estoque. Desse montante, cerca de 1,6 milhão perde a validade neste mês. Tem lote que vence nesta sexta-feira (14).

Todavia, os testes venceriam a partir de dezembro, mas tiveram o prazo estendido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até maio. Cada teste em estoque custou R$ 42,30. Se perderem os exames que vencem em maio, o prejuízo será de R$ 67,5 milhões.