(Charge pode isso 139)

Pode isso 139

De Marcos Rogério Lopes no R7.

A Abras (Associação Brasileira de Supermercados) informou nesta quinta-feira (11) que o preço do prato feito no Brasil subiu 43,4% em 2020. A combinação arroz, feijão e carne, mais tomate e batata, simplesmente disparou no ano da pandemia, com destaque para a aceleração no preço do arroz, com 83,7% de elevação.

Na venda de todos os produtos, o ano de 2020 foi positivo para o setor de supermercados, que acumulou alta de 9,36% nas vendas de janeiro a dezembro na comparação com o mesmo período de 2019. Os números são do Índice Nacional de Vendas da Abras.

O feijão subiu 35,4%; a batata, 71,5% e o tomate, 33,1%. A carne teve variação de 12,0% (traseiro) a 28,2% (dianteiro). O frango ficou 15,9% mais caro em 2020. Para efeito de comparação, a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), fechou 2020 em 4,5%. Em janeiro, o índice perdeu ritmo, ficando em 0,25%.

Jovem terá de fazer transplante de fígado por uso de Ivermectina, denuncia médico

Do Metrópoles

Presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT), o médico Frederico Fernandes precisou fechar perfis nas redes sociais por sofrer uma série de ataques ao denunciar que um paciente jovem terá que se submeter a um transplante de fígado depois de usar ivermectina para tratamento precoce da Covid-19.

Fernandes diz que foi acionado para fazer a avaliação de um paciente com hepatite medicamentosa – uma grave inflamação do fígado causada pelo uso prolongado de determinados medicamentos. “Me solicitaram avaliação para uma paciente com hepatite medicamentosa. Está a um passo de precisar de um transplante de fígado. Ganha um troféu quem adivinhar qual medicação foi a culpada. Hepatite medicamentosa por Ivermectina. 18 mg por dia por uma semana. Por COVID leve em jovem”, tuitou o pneumologista no sábado 6.

O medicamento, junto com a cloroquina, consta no “kit Covid”, defendido por Jair Bolsonaro e pelo Ministério da Saúde para tratar a Covid-19.

Diante de pressão por novo auxílio, Guedes insiste em corte de gastos

Do Metrópoles

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira 10, que é preciso responsabilidade fiscal diante da pressão por um novo auxílio emergencial. Guedes recebeu a presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso, Flávia Arruda (PL-DF), e o relator do Orçamento de 2021, Marcio Bittar (MDB-AC), para discutir soluções para a retomada do benefício. “Nós temos um compromisso com as futuras gerações do país. Nós temos que pagar pelas nossas guerras. Se nós estamos em guerra contra o vírus, nós temos que arcar com essa guerra, e não simplesmente empurrar irresponsavelmente esses custos para as gerações futuras”, disse o ministro.

Guedes defende que o dinheiro do auxílio seja proveniente do corte de gastos e respeite o teto estabelecido pelo governo. Porém, Congresso, pressiona para que o benefício retorne o quanto antes, mesmo que, para tanto, seja necessário ignorar a redução de despesas.

Tem que sobrar mais para os bancos e os rentistas que ele representa. Tutchuca para o mercado e baita mão de tesouras quando é para o povo. O povo passando fome … Falta de vergonha na cara.

Paulo Chagas diz que Salles é “maria-fofoca” e Ernesto, boneco de Olavo

Das redes sociais

O general do Exército Paulo Chagas criticou, nesta quarta-feira 10, ministros de Estado que estariam, segundo ele, empenhados em afastar o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), do vice-presidente general Hamilton Mourão (PRTB).

A critica foi direcionada aos ministros do Meio Ambiente, Ricardo Salles (apelidado de “maria-fofoca”), e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo (apelidado de “boneco de ventríloquo do Rasputin da Virgínia”). O comentário foi publicado em uma rede social.

“Ambos, dizem, estão empenhados em afastar JB de Mourão. Azar do PR [presidente], que deixará de contar com a incontestável competência do VPR [vice-presidente], caso venha a dar-lhes ouvidos. Mais uma vez o grande prejudicado será o Brasil”, prosseguiu.

Bolsonaro diz que ditadura militar foi regime “um pouco diferente do que temos hoje”

Do Folha

O presidente Jair Bolsonaro exaltou os cinco presidentes militares que o Brasil teve de 1964 a 1985 e classificou a ditadura militar, período marcado por violações à democracia e aos direitos humanos, como um regime “um pouco diferente do que temos hoje”.

As declarações foram dadas nesta quinta-feira 20, em uma cerimônia de entrega de títulos de posse a agricultores de Alcântara, no Maranhão, município que abriga o Centro de Lançamento de Alcântara, base de lançamento de foguetes da Força Aérea Brasileira.

Em seu discurso, o presidente destacou do Centro de Lançamento de Alcântara, inaugurado em 1983, como uma das principais obras realizadas no país durante a ditadura militar.

“Isso aqui nasceu em 1983 e foi mais uma das grandes obras dos cinco presidentes militares que tivemos no Brasil. Grandes obras ao longo de 21 anos onde vivia um regime de… um pouco diferente do que temos hoje, mas de muita responsabilidade com o futuro do país”, disse. (…)

92% das notícias sobre o Brasil no exterior são negativas durante o governo Bolsonaro

Da Carta Capital:

Apesar do esforço do governo brasileiro em melhorar a avaliação do País no exterior, estudo feito pela consultoria Curado & Associados, especializada em gestão de imagem, aponta que o País vive “crise de reputação”. O levantamento mostra que 92% de 1.179 textos publicados em veículos estrangeiros ao longo de 2020 apresentaram viés negativo sobre a administração de Jair Bolsonaro.

O Itamaraty tem orientado embaixadas brasileiras ao redor do mundo a ter posição mais proativa em relação ao noticiário doméstico, numa tentativa de desfazer a imagem negativa do País e do governo no exterior. A ordem às representações na Europa e na Ásia é de passar “pente fino” do noticiário sobre o Brasil, que ganhou manchetes no mundo todo após alta nos índices de queimadas no fim de 2019.

(…) Para chegar ao número, os consultores analisaram textos de sete veículos internacionais de reconhecida relevância: The New York Times e The Washington Post (Estados Unidos), The Guardian e The Economist (Inglaterra), El Pais (Espanha), Le Monde (França) e Der Spiegel (Alemanha). O que foi observado é que a imagem do governo que prevaleceu ao longo do ano foi de “incompetente” e “vulnerável”, qualidades analisadas na gestão. No aspecto ético, o atributo “irresponsável” manteve média de 20% de participação ao longo de 2020. (…)

 

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui