(Pode Isso 128)

Pode isso 128

Dados do Metrópoles 

A rotina do presidente Jair Bolsonaro de colocar leite condensado no pão no café da manhã fica bem aparente na tabela de compras do Executivo Federal. Levantamento divulgado pelo Portal Metrópoles no domingo 25, mostra que o item está entre os principais gastos do governo em supermercado.

Segundo o (M)dados, foram R$ 15.641.777,49 gastos apenas em Leite Condensado no ano de 2020. Com base no Painel de Compras, do Ministério da Economia, o Metrópoles estimou gastos de mais de R$ 1,8 bilhão no carrinho de compras do governo, um aumento de 20%.

Além dos itens de “cesta básica”, chamam atenção os R$ 16,5 milhões gastos em batata frita embalada, R$ 13,4 milhões em barra de cereal, R$ 12,4 mi em ervilha em conserva, R$ 21,4 mi em iogurte natural. Só em goma de mascar, foram R$ 2.203.681.

Óleo Diesel no Brasil é um dos mais caros do mundo, diz estudo

Com informações da CNN Brasil.

De acordo com estudo realizado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (INEEP), o preço do óleo diesel no Brasil é o segundo mais caro do mundo, só perde pra Alemanha.

Segundo o levantamento, o preço do diesel no Brasil subiu, desde outubro do ano passado, mais do que nos seis grandes consumidores de combustíveis: Alemanha, Áustria, Dinamarca, EUA, França e Reino Unido.

Não fossem os sucessivos reajustes do preço na Alemanha, desde o fim de 2020, a liderança do ranking seria brasileira.

Por fim, o documento informa que, na 1ª semana deste mês, o diesel ficou mais caro em 6 dos 7 países analisados. No Brasil, a alta foi de 2,48%, ante mesmo período em dezembro.

Reinaldo Azevedo e João P. Stédile do MST trocam “afagos” no Twitter

Da Revista Fórum

O jornalista Reinaldo Azevedo, conhecido por sua conduta polêmica e por, nos últimos anos, ter sido um dos principais fomentadores do antipetismo, trocou “afagos” no Twitter com João Pedro Stédile, economista e coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). […]

Neste domingo 24, o jornalista citou MST ao criticar o ministro da Economia, Paulo Guedes. “Em meio ao caos do governo Bolsonaro, alguém se lembrou de algo q sempre me intrigou: o superministério de Paulo Guedes, q junta Fazenda, Planejamento, Trabalho e Indústria e Comércio. Pasta deveria ser ocupada pelo MST. É o latifúndio improdutivo mais caro do país”, disparou Azevedo.

Stédile, então, respondeu endossando a crítica. “Agradecemos a sugestão. O Ministério da economia é como o agronegócio, produz, porém para uma minoria, deixando todo povo sem emprego e com fome”, escreveu o líder dos sem-terra.

Líder de paralisação de 2018, caminhoneiro diz que “esse é o pior governo que o Brasil já teve”

Da BBC:

O ex-motorista e uma das lideranças da paralisação dos caminhoneiros de 2018, Wanderlei Alves, mais conhecido como Dedeco, hoje com 46 anos, acredita que a greve chamada por parte da categoria para 1º de fevereiro não deve acontecer, já que boa parte dos caminhoneiros segue, na sua visão, “muito apaixonada ainda” pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

(…) Na avaliação de Dedeco, pouco melhorou para a categoria desde a greve de 2018. “Não mudou nada”, afirma.

“Veja o preço do óleo diesel hoje, chega a estar R$ 4,40, R$ 4,50. Na época que nós fizemos paralisação, nós paramos porque o diesel estava R$ 3,30. O caminhoneiro, lá em 2015, no governo Dilma, parou porque o diesel estava R$ 2,80. Hoje, o diesel já está quase R$ 5 em alguns lugares. E o caminhoneiro está lambendo esse governo.”

Segundo ele, a categoria é influenciada por algumas lideranças que têm se beneficiado de subsídios governamentais para cooperativas de caminhões.

“Esses caras se renderam ao governo em troca de subsídios para as cooperativas que eles abriram de 2018 para cá”, critica o ex-líder caminhoneiro.

Guedes condiciona auxílio emergencial a novos cortes de gastos

Do Estadão:

Apesar das resistências, o Ministério da Economia já discute uma nova rodada do auxílio emergencial, mas com uma condição: a realização de um acordo com o Congresso para aprovação rápida de medidas de corte de gastos.

A decisão só deve ser tomada depois das eleições para o comando da Câmara e do Senado – marcadas para 1.º de fevereiro –, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende abrir diálogo para a aprovação das medidas.

Até lá, a estratégia é “segurar a respiração e esperar a eleição”, como definiu ao Estadão um integrante da equipe econômica.

A posição dos quatro principais candidatos à presidência de Câmara e do Senado, favoráveis à nova rodada do auxílio em meio ao avanço da covid-19, está forçando o governo a rever os planos, ao mesmo tempo que cresce a pressão para o governo acelerar as negociações para adquirir vacinas para imunizar a população e destravar a economia.

Com a política errada do Guedes, o corta corte, o Brasil vai afundar cada vez mais! Pelo andar a carruagem parece que é isso que querem. Brasil um imenso fazendão de privilegiados.

Oposição protocola pedido de impeachment de Bolsonaro nesta quarta

Do DCM

Nesta quarta-feira 27, às 15 horas, ato da oposição no Salão Negro da Câmara marca a apresentação do 62º pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro.

O evento também cobrará o fim do recesso e retomada das sessões do Congresso Nacional durante a pandemia do coronavírus.

Os parlamentares oposicionistas alegam que a situação alarmante em que o Brasil se encontra precisa de resposta do Congresso Nacional. Além disso, a oposição diz que é evidente a culpa de Bolsonaro e Pazuello na grave tragédia ocorrida em Manaus, que culminou com a morte por asfixia de centenas de brasileiros.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui