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Pode isso127

Do Atlas Político

O site Atlas Político divulgou uma pesquisa sobre possível impeachment de Jair Bolsonaro. Segundo o levantamento, 53,6% dos brasileiros querem a deposição de Bolsonaro.

Outros 41,5% são contrários. O percentual é oposto ao verificado pelo Datafolha.

Esquerda quer tirar a hegemonia no uso da bandeira do Brasil dos bolsonaristas

De Felipe Pereira no UOL Tab.

Bandeiras vermelhas, buzinas no talo e panelaço. A carreata pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em São Paulo, teve tudo que se espera de um ato da esquerda e um ingrediente adicional: bandeiras do Brasil. Elas estavam com manifestantes que quiseram passar a mensagem de que se trata de um símbolo nacional, não uma propriedade de um campo político.

“A bandeira é do povo!!! Não do Bozo”, dizia em letras garrafais a faixa colocada por Cidinha Martins, 59, na traseira da caminhonete que dirigia. Além do apelido pejorativo do presidente, o carro exibia uma bandeira brasileira na lateral. A motorista ressaltava que protesta somente contra Bolsonaro e entende que os símbolos nacionais são patrimônio popular.

A bandeira, a camisa da seleção brasileira e usar verde e amarelo se tornaram marcas das passeatas pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Na sequência, foram associadas a Jair Bolsonaro. Matheus Carvalho Resende, 22, afirmou que a direita cooptou esses símbolos, processo que também ocorreu com outras instituições, como o clube de futebol Palmeiras.

Ele lamenta que um campo político tome posse de ícones que representem a totalidade da população ou tente se vincular a um time de futebol, que tem pessoas de todas as vertentes políticas em sua torcida. Por esse motivo, Matheus fez questão de levar a bandeira para a manifestação contra o presidente.

“A gente não pode deixar eles [direita] tomarem esses símbolos. Não podemos deixar que a bandeira seja do Bolsonaro. Ela é do Brasil, ela é do povo.”

Efeito Paulo Guedes: multinacionais desistem do Brasil e indústria cai ao menor nível em mais de 70 anos

Do Globo:

A saída da Ford do Brasil, anunciada na última semana, é mais um golpe na indústria brasileira. A sangria não é de hoje. Desde 2018, ao menos 15 multinacionais de vários setores deixaram o país, num movimento que é mais dramático no setor industrial, com fechamento de fábricas e empregos.

A crise gerada pela pandemia numa economia já estagnada e a baixa competitividade do país afastam investimento estrangeiro e aceleram a desindustrialização prematura do Brasil, sem desenvolver um setor de serviços capaz de manter crescimento da produtividade e da renda.

Entre 2000 e 2019, a participação da indústria de transformação (que exclui petróleo e minério) no Produto Interno Bruto (PIB) encolheu, passando de 13,1% para 10,1%. Com a pandemia, ficou abaixo dos 10% pela primeira vez entre janeiro e julho de 2020.

É a menor participação do setor desde 1947, segundo o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). (…)

Enquanto as pessoas morrem, volta do auxílio emergencial preocupa o mercado

Do Valor Econômico

O avanço da segunda onda de covid-19, as críticas à vacinação no país e a queda da popularidade do presidente Jair Bolsonaro fazem crescer, entre participantes do mercado, os temores de que o governo opte por reeditar o auxílio emergencial.

Embora ainda não esteja no cenário principal de nenhum dos consultados pelo Valor, eles já começam a temer sobre a sustentabilidade do teto de gastos e os efeitos sobre os preços.

Que falta de vergonha na cara!

CFM não vai deixar de recomendar “tratamento precoce” contra Covid

Do Folha de S. Paulo:

Em texto na seção Tendências e debates, da Folha de S. Paulo, o presidente do Conselho Federal de Medicina, Mauro Luiz Ribeiro, defendeu o uso da cloroquina contra a covid-19.

Na defesa do tratamento, cuja eficácia não foi comprovada, Ribeiro diz que “não há consenso sobre o tema” e que a “autonomia do médico e do paciente são garantias constitucionais invioláveis”.

O médico Mauro Luiz Ribeiro que vai contra a Anvisa, a ciência, especialistas do mundo inteiro e da OMS é bolsonarista. Está explicado!

 

Relação do governo Bolsonaro com a China atrapalha chegada de insumos da Coronavac, diz secretário de Doria

Do 247

O secretário de Relações Exteriores do estado de São Paulo, Julio Serson, afirmou nesta segunda-feira 25, que os conflitos provocados pelo governo Bolsonaro com a China estão entre os principais motivos para o atraso no envio de insumos da produção da vacina Coronavac. 

“Sem dúvida, uma boa relação com o governo chinês ajudaria a agilizar essa questão. O governo federal não conduziu dessa forma, pelo menos até aqui. Parece que agora estão começando a compreender um pouco”, afirmou Serson. 

Segundo o blog da jornalista Bela Megale, o governo de São Paulo tem a expectativa de receber até o dia 10 de fevereiro 11 mil litros de insumos, o que permitirá ao Instituto Butantan produzir até 18 milhões de doses da Coronavac.

Rudolph Giuliani, advogado de Trump, é processado em US$ 1,3 bilhão por fake news sobre fraude eleitoral

247 com agências

A empresa Dominion Voting, responsável pela produção das urnas utilizadas nas eleições dos Estados Unidos, abriu um processo contra o ex-prefeito de Nova Iorque e advogado pessoal do ex-presidente Donald Trump, Rudolph Giuliani. Na ação, que pede uma indenização de US$ 1,3 bilhão, a companhia acusa Giuliani de disseminar fake News que as eleições presidenciais norte-americanas teriam sido fraudadas para garantir a vitória do democrata Joe Biden.

Segundo as agências de notícias internacionais, a Dominion Voting alega que além de colocar em dúvida o processo eleitoral, Giuliani teria se valido da retórica para comercializar itens como moedas de ouro e charutos em seu podcast.

Torcendo para virar moda!

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