Internauta faz vaquinha para ‘comprar’ Centrão e aprovar impeachment de Bolsonaro

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Da coluna de Chico Alves no UOL

Em meio ao cenário político carregado de tensão, com a oposição defendendo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro pela sucessão de erros no combate à pandemia, uma internauta decidiu usar a ironia para protestar.

Identificada apenas como Mariana, ela abriu hoje conta em um site de crowdfunding para tentar conseguir o impedimento de Bolsonaro. O objetivo está claro no título da página: “Vaquinha para comprar o Centrão e aprovar o Impeachment do Bozo“.

Não há uma meta de valor estipulada, mas no texto de apresentação Mariana diz: “Se organizar direitinho e os 60% dos brasileiros que desaprovam o governo doarem 1 real a gente já consegue o suficiente pra comprar o Centrão não é mesmo?”. (…)

Paulo Pimenta: Bolsonaro não seria aprovado em teste de sanidade mental

Do 247

Nas redes sociais, o deputado federal Paulo Pimenta (PT), afirmou que Jair Bolsonaro “não seria aprovado em um teste de sanidade mental” e sua tese “começa a ganhar mais adeptos”.

“Os sinais de incapacidade são muitos. Como os bolsonaristas diziam, ‘quem não deve não teme’, ele deveria ser submetido a uma junta médica imediatamente”, afirmou o parlamentar.

Além de Paulo Pimenta, o jurista Miguel Reale Júnior também duvida da sanidade mental de Jair Bolsonaro. “Diante de todo esse quadro, o Ministério Público, que tem que salvaguardar o Brasil, poderia pedir o exame de sanidade mental”, disse Reale Júnior.

Procurador bolsonarista quer censurar o Twitter após advertência ao Ministério da Saúde

Da MPF Goiás:

Tramita no Ministério Público Federal (MPF) em Goiás Inquérito Civil (IC) com o objetivo de apurar ações ou omissões ilícitas do Twitter em suposta prática de censura contra seus usuários.

De acordo com elementos colhidos no IC, a rede social marcou como informação “enganosa” publicação oficial do Ministério da Saúde (MS), feita no último dia 12 de janeiro, que contempla informações técnicas para tratamento de pacientes infectados pela Covid-19. Na sinalização, o Twitter aponta que a publicação do MS “violou regras de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à Covid-19”. No entanto, a rede social manteve o post sob a alegação de que o conteúdo poderia ser de interesse público.

No entendimento do procurador da República Ailton Benedito, responsável pelo IC, informações sobre políticas, programas, ações e serviços de saúde voltados ao enfrentamento da pandemia de Covid-19 devem ser amplamente informados pelo Poder Público à sociedade, por todos os meios disponíveis, inclusive a internet, não cabendo às plataformas ou provedores de aplicações, por atos próprios, criar obstáculos de qualquer natureza ao fluxo de informações.

“A aludida marcação imposta pelo Twitter à publicação pode caracterizar prática ilícita de censura e prejudicar sobremaneira a prestação de informações de utilidade pública às pessoas doentes e à sociedade em geral”, esclarece o procurador.

Em ofício enviado ao Twitter, o MPF estabeleceu o prazo de 5 dias para o encaminhamento detalhado dos fundamentos fáticos e jurídicos que supostamente levaram a rede social a classificar como “enganosa” a referida publicação do MS, além de explicitar os efeitos práticos na difusão do post, classificado daquela forma, entre os usuários do Twitter.

Governo gastou mais com cloroquina que com pesquisa e inovação contra COVID

Do DCM

Nesta terça-feira 19, o biólogo Atila Marino foi às redes sociais para denunciar que o governo do presidente Jair Bolsonaro gastou mais com cloroquina e testes abandonados que com pesquisa e inovação contra a pandemia de covid-19.

“Quando faltar vacina, insumo para dose, teste, oxigênio, leito, seringa… lembre que o Brasil gastou mais com cloroquina e testes abandonados (250+290 = R$ 540 milhões) do que com toda pesquisa e inovação contra COVID (R$ 470M).”, escreveu Atila.

Apesar de o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, dizer que nunca recomendou o “tratamento precoce”, inclusive com a indicação da “hidroxicloroqiuna” para pacientes com Covid-19, tanto a medicação, propagandeada pelo presidente Jair Bolsonaro desde o início da pandemia, quanto a profilaxia constam em documentos oficiais do governo, distribuídos na gestão do próprio ministro. O medicamento, que não tem comprovação científica de sua eficácia contra o novo coronavírus, foi, inclusive, um dos insumos enviados para Manaus, em meio ao caos pela falta de oxigênio para atender os doentes, conforme as explicações dadas pela Advocacia-Geral da União ao Supremo Tribunal Federal (STF), em resposta ao ministro Ricardo Lewandowski.

Acredite se quiser: Ministério da Saúde quer multar Anvisa por caos com oxigênio

Da Veja:

A Secretaria de Advocacia da Concorrência do Ministério da Economia abriu uma investigação para apurar se a produção de oxigênio no Brasil é dificultada por regulações excessivas praticadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Na última sexta-feira, o órgão deu 72 horas para que a Anvisa prestasse esclarecimentos. Nesta terça, o prazo foi prorrogado por mais 24 horas. Caso não responda, a agência será multada.

O pedido de informações, em caráter de urgência, foi feito com base Lei de Defesa da Concorrência.

“Genocídio comunista:” Ex-candidato bolsonarista diz que “médicos estão matando de propósito”

Do DCM

Ex-candidato a prefeito de São Simão (SP) pelo Patriota, Marcelo Frazão diz que “médicos estão matando de propósito” em “genocídio comunista”.

Ele já chegou a dizer que “ninguém morre de resfriado” e o “comunavirus” não passa disso.

“No Brasil Médicos, governadores e prefeitos MATANDO O POVO BRASILEIRO DE PROPÓSITO” (sic), diz ele, acusando a existência de um “genocídio comunista”.

Engenheiro que se autointitula “doutor”, ele foi denunciado pelo MP por associar a vacina CoronaVac à homossexualidade.

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