Vigilância em Saúde reforça o monitoramento das armadilhas espalhadas por diversos pontos do município (Foto: AscomIbirama)

Com o período mais quente e favorável a proliferação do mosquito transmissor da dengue, a Secretaria de Saúde de Ibirama, por meio da Vigilância em Saúde, reforça o monitoramento das armadilhas espalhadas por diversos pontos do município. Somente em janeiro de 2021, foram registrados cinco focos do mosquito, um no Bairro Padre Anchieta e os outros na área central do município.

Conforme o agente de Combate às Endemias, Cassiano André Isolani, a partir da identificação do foco é definida uma delimitação de raio de 300 metros. “É feita toda a varredura neste espaço delimitado para verificar se outros focos são encontrados, pois este é o espaço de alcance do mosquito”, destacou.

Atualmente, Ibirama possui 94 armadilhas em 78 pontos estratégicos, os quais são monitorados constantemente, com objetivo de descobrir focos do mosquito, destruir e evitar a formação de criadouros e impedir a reprodução dos mesmos. A secretária de Saúde de Ibirama, Izabel Petersen, explica que a análise desses materiais é mais rápida devido a implantação do laboratório próprio de endemias. “Há dois anos estamos com este novo espaço em funcionamento, o que tem garantido mais qualidade no monitoramento. Porém, é fundamental que a população nos ajude tomando as medidas de precaução necessárias, pois a dengue é uma doença grave e pode matar”. 

Cuidados para prevenir a dengue

Entre as principais orientações, evitar o acúmulo de água parada em vasos de flores, garrafas, pneus, entre outros objetos. “O mosquito tem que estar contaminado para transmitir a doença. Mas fica o alerta para as pessoas cuidarem em suas casas com o acumulo de água, como água da chuva em cascas de palmeiras ou bromélias, ou em outros reservatórios naturais”, explicou o diretor da Vigilância Sanitária, Rafael Reinicke.

Isolani explica que nos locais onde são verificados focos, os moradores são orientados a tomarem as medidas necessárias para solução do problema. “Fazemos todas as orientações necessárias. Em caso de desobediência, acionamos a Vigilância Sanitária que fará a autuação ou notificação do local”, finalizou.

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