Ministério da Saúde restringe produção de seringas e limita fabricação

0
50
(Charge 118)

Pode Isso? 118

Governo aliado do vírus! Até quando?

Da Folha:

 (…) Enquanto estados e o governo federal travam uma corrida por seringas e agulhas para garantir a vacinação contra a Covid-19, a fábrica da SR (Saldanha Rodrigues) em Manaus, uma das quatro que produzem tais insumos no Brasil, opera a plena carga para abastecer o mercado nacional.

Mas todo esse reforço na produção pode não ser suficiente para garantir a aquisição dos insumos necessários para a imunização dos brasileiros contra a Covid-19, ou seja, para a aplicação das duas doses da vacina em pelo menos 70% da população, sem risco de desabastecimento ao longo da campanha.

Isso porque o Ministério da Saúde restringiu a vacinação a apenas um modelo de seringa: a de 3 ml com o chamado “bico de rosca”, limitando a produção nacional a 1,5 milhão por dia. A indústria nacional pode não dar conta da demanda a tempo da chegada das doses em todos os estados.

“Quando o Ministério escolhe apenas um modelo de seringa assim, em cima da hora, ele limita toda a capacidade de produção das empresas, porque as linhas de produção levam até um ano para serem adaptadas para um novo molde. Vai acontecer isso, de alguns estados terem seringa de 3 ml e outros não para a vacina”, afirma o o diretor-técnico da SR, Tomé da Silva.

Bolsonaro convoca seguidores a usarem Parler, rede social banida por Google, Apple e Amazon

Do Globo

Trump foi afastado pelo Twitter e pelo Facebook por incitação à violência. A plataforma Parler foi banida de Google, Apple e pela Amazon, na sexta-feira.

Bolsonaro fez duas postagens: uma no sábado pela manhã e outra neste domingo, convidando as pessoas a acessarem a rede social. O chanceler brasileiro Ernesto Araújo, que considera Trump o salvador do Ocidente, também convidou seus seguidores no Twitter a o seguirem também no Parler depois do afastamento definitivo de Trump da rede social. 

O Parler vem se tornando a plataforma preferida pelos militantes da extrema direita, informa O Globo.

Com o fim do auxílio emergencial, número de pessoas em extrema pobreza no Brasil pode chegar a 17 milhões

De O Estado de S.Paulo

Estima-se que 3,4 milhões de brasileiros cairão na extrema pobreza com o fim do auxílio emergencial decretado por Jair Bolsonaro. De acordo com pesquisa do especialista em política social Vinícius Botelho, publicada pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), a pobreza extrema neste ano pode ser maior do que a verificada no país antes da covid-19. 

Assim, o número total de pessoas na extrema pobreza chegaria a 17,3 milhões em 2021, segundo os conceitos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O aumento levaria o país ao pior patamar de pobreza desde o início da pesquisa, em 2012, informa O Estado de S.Paulo.

Poupança registra em 2020 o menor rendimento em 10 anos

Do Poder360

A Poupança registrou ganhos de rentabilidade de R$ 23,8 bilhões em 2020, segundo o BC (Banco Central). Esse é o menor valor para a Caderneta desde 2010.

O valor registrado foi impulsionado pela queda da taxa básica, a Selic. Os juros são usados para calcular o rendimento da aplicação. No ano passado, em razão da pandemia de covid-19, o Copom (Comitê de Política Monetária) precisou reduzir a taxa para estimular a economia.

Começou o ano aos 4,5% e caiu para 2% ao ano ao longo de 2020. Continua no mesmo patamar atualmente, considerado o mais baixo da história.

A rentabilidade da Poupança foi decidida em 2012, durante o governo Dilma Rousseff (PT). Se a Selic estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, os ganhos anuais serão de 70% da Selic somados à taxa referencial, que atualmente está zerada.

Na prática, a Poupança está rendendo 1,4% ao ano. No ano passado, a aplicação rendeu 2,1% –já a Selic não passou os 12 meses aos 2% ao ano. A Caderneta não superou a prévia da inflação, medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que foi 4,2%.

Dessa forma, os recursos aplicados perderam poder de compra. Ou seja, já não é mais possível comprar o mesmo que dava antes, no momento da aplicação.

Bolsonaro/Guedes são campeões em destruir o Brasil e suas instituições. E o gado aplaude!

Fábio Wajngarten diz que governo tomou “todas as medidas no tempo certo” sobre a vacinação

Do Folha:

Nesta segunda 11, a Folha publicou um artigo de Fábio Wajngarten em que ele defende que o governo Bolsonaro, do qual faz parte, tomou medidas para iniciar a vacinação “no tempo certo”. Ele é secretário-executivo do Ministério das Comunicações e ex-chefe da Secom.

No artigo publicado no jornal, ele afirma que “o governo federal agiu no sentido de garantir os meios para vacinar a população brasileira, como a requisição de estoques de agulhas e seringas da indústria nacional”.

Até agora, mais de 50 países já iniciaram a vacinação enquanto o governo Bolsonaro ainda patina. Mesmo assim, o secretário defende que as medidas foram tomadas “sem adoçamento”.

Wajngarten considera absurda a comparação da vacinação em Israel com o Brasil. Seu chefe, no entanto, ao tentar se defender pelo atraso na vacinação, omitiu o país de sua lista.

DEIXE SEU COMENTÁRIO

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui