Novo emprego de Moro coloca ‘processos que ele julgou em suspeição’

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Reprodução 247 

O jornalista Bernardo Mello Franco ressalta em sua coluna desta terça-feira 2, que a ida de Sérgio Moro para a empresa de consultoria internacional Alvarez & Marsal, especializada em recuperação judicial que tem entre seus clientes empreiteiras que foram alvos da Lava Jato Lava-Jato, “tem levantado discussões sobre ética e conflito de interesses”, o que poderá resultar em um processo no âmbito da OAB. 

No artigo, Mello Franco destaca que o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, afirmou que com o novo emprego “Moro está emprestando o patrimônio da Lava-Jato a uma empresa que lucra com os resultados dela. A meu ver, isso põe muitos processos que ele julgou em suspeição”. “O ex-ministro poderá responder a um processo disciplinar na Ordem. Nas mãos do juiz Moro, o consultor Sergio estaria em apuros”, completa o jornalista.

Mello Franco relembra que esta não é primeira vez que Moro se vê envolvido com questões éticas e conflito de interesses. “Em 2018, Moro mandou prender o candidato que liderava a corrida presidencial. A decisão abriu caminho para Jair Bolsonaro, que ocupava o segundo lugar nas pesquisas. Sete meses depois, o juiz pendurou a toga para se juntar à tropa do capitão”, diz ele no texto. 

 “Agora a zona cinzenta se deslocou da política para o mundo dos negócios. Moro será sócio-diretor da consultoria americana Alvarez & Marsal, especializada em recuperar empresas quebradas. Entre seus clientes, estão quatro alvos da Lava-Jato: Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão e Sete Brasil”, pontua. 

“Já se sabia que Moro aconselhava procuradores, falta saber o que ele dirá aos réus”, acrescenta.

Documento da empresa de Moro prova que o triplex é da OAS, e não de Lula

Fonte: Uol

O jornalista Reinaldo Azevedo revela que a consultoria estadunidense que contratou Moro aparece na Lava Jato, em 2017, numa petição da defesa de Lula, com documentos comprovando que o tríplex do Guarujá, o centro de todo processo contra o ex-presidente, era mesmo da OAS.

Escreveu Azevedo: “Em uma petição enviada ao então juiz Sérgio Moro no dia 19 de abril de 2017, a defesa de Lula exibia dois documentos demonstrando que o tal tríplex de Guarujá não pertencia ao ex-presidente. Era, na verdade, propriedade da OAS. E quem é que listava o imóvel como patrimônio da empreiteira? Ninguém menos do que a Alvarez & Marsal, empresa de que Moro agora é sócio honrado e acima de qualquer suspeita. Isso está devidamente documentado”.

Ao fim da reportagem, Azevedo pergunta: “Pergunta: será que, hoje, Moro acredita na palavra da empresa de que ele é sócio diretor? Ou ainda: será que, agora como empresário com ganhos milionários, ele espera que juízes façam como ele fez e ignorem o que certifica a A&M?”

Este homem fez e faz coisas que até Deus duvida! Parcela do povo brasileiro é cego e surdo, mas tem dedos afiados nas redes para proliferar fake News. Falta inteligência e um pouquinho de cultura.

Filho mais novo de Bolsonaro intermediou reunião com ministro

Fonte: Veja

Reportagem da revista Veja revelou que, no dia 13 de novembro, ocorreu uma reunião entre patrocinadores da empresa do filho mais novo de Jair Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro, ele, e o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. Na agenda da reunião, estava uma proposta de construção de casas populares feitas com pedras de baixo custo.

A empresa do filho se chama Bolsonaro Jr Eventos e Mídia, e patrocinadores do negócio, segundo a reportagem, são empresários da Gramazini Granitos e Mármores, do Espírito Santo.

Segundo a reportagem, Renan levou o projeto ao pai, que o encaminhou ao ministério. O ministério confirmou que o pedido foi feito pelo gabinete da Presidência.

Bolsonaro e seus rebentos: “meus filhos acima de tudo”

Nova falha na Saúde expõe dados de mais de 200 milhões de brasileiros

Do Estadão:

Uma nova falha de segurança no sistema de notificações de covid-19 do Ministério da Saúde deixou expostos na internet, por pelo menos seis meses, dados pessoais de mais de 200 milhões de brasileiros. Não foram apenas pacientes com diagnóstico de covid que tiveram sua privacidade violada, como ocorreu em outro caso de exposição denunciado pelo Estadão na semana passada. Desta vez, ficaram abertas para consulta as informações pessoais de qualquer brasileiro cadastrado no SUS ou beneficiário de um plano de saúde.

Segundo investigação feita pelo Estadão, foram expostos cerca de 243 milhões de registros de pacientes, nos quais constavam informações como número do CPF, nome completo, endereço e telefone. O total de registros é maior que o número de habitantes do País (210 milhões) porque há informações de pessoas que já morreram.

Entre os brasileiros que tiveram a privacidade violada estão os chefes dos três poderes: o presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Rodrigo Maia, o senador Davi Alcolumbre, além do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux. No caso dos presidentes da Câmara e do Senado, nem um status de “VIP” na base de dados impediu que suas informações pessoais fossem violadas.

Incompetência. Temos que orar para que os comandos das forças armadas sejam um pouco mais competentes que o General da Saúde!

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