Novo laboratório atenderá demandas da indústria e da comunidade em todo o Brasil, especialmente nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação)

Entrou em operação esta semana o Laboratório de Biologia Molecular do SENAI, em Chapecó. É mais um serviço prestado pela Federação das Indústrias de Santa Catarina, inicialmente apoiando o enfrentamento da Covid-19 e que depois pode realizar outros serviços na área de saúde ou mesmo de segurança de alimentos. O processo de validação de qualidade laboratorial foi feito pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/SC) e a nova estrutura entrou em operação na última semana.

“Esta é mais uma iniciativa dentro do esforço da FIESC e da indústria para o enfretamento da Covid-19, permitindo a manutenção segura das atividades produtivas”, disse o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar. 

Instalado no Instituto SENAI de Tecnologia em Alimentos e Bebidas, o Laboratório realizará o teste de diagnóstico para o novo coronavírus (SARS-CoV-2), utilizando a tecnologia de RT-PCR em tempo real, atendendo a clínicas, hospitais e laboratórios. Outros testes moleculares em análises humanas serão implantados, como detecção do vírus influenza H1N1, painel de vírus respiratórios, testes genéticos de intolerância à lactose, detecção de HPV, painel de DSTs, trombofilias e teste de sexagem fetal. Posteriormente, a oferta de testes moleculares será ampliada para as áreas de saúde animal, meio ambiente e agroindústria, bem como atendimento ao setor de pesquisa e desenvolvimento.

O laboratório é classificado no Nível de Biossegurança 2 (NB-2) e possui área de 220 m². Serão atendidas demandas da indústria e da comunidade em todo o Brasil, especialmente nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. A capacidade inicial é de 480 testes por dia, podendo ser ampliada para até 20 mil testes por mês.

O vice-presidente regional Oeste da FIESC, Waldemar Schmitz, salienta que o laboratório beneficiará toda a região, pois muitos testes e diagnósticos que precisavam ser enviados para a capital do Estado agora poderão ser feitos em Chapecó. “Ganhamos em logística e isso proporcionará mais competitividade à indústria”, frisa.

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