Pode isso ?! ...

Do Metrópoles

Presidente é crítico da urna eletrônica e chegou a afirmar, sem provas, ter havido fraude nas eleições de 2018.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a questionar a confiabilidade do processo eleitoral brasileiro. Em conversa com apoiadores nesta segunda-feira 16, o chefe do Executivo reforçou a desconfiança na urna eletrônica e disse “desconhecer” em que outra parte do mundo o sistema é utilizado.

“Nós temos que ter um sistema de apuração que não deixe dúvidas. É só isso. Tem que ser confiável e rápido. Não deixar margem para suposições. Agora, um sistema que desconheço no mundo onde ele seja utilizado. Só isso e mais nada”, afirmou.

Bolsonaro citou as propostas para a implantação do voto impresso que, na avaliação dele, é mais confiável. O presidente citou Proposta de Emenda Constitucional da deputada Bia Kicis (PSL-DF), uma das mais fiéis de sua base.

“O Supremo disse que é inconstitucional o voto impresso, tem proposta de emenda constitucional na Câmara. Se nós não tivermos uma forma confiável de apurar as eleições, a dúvida sempre vai permanecer, e nós temos que atender a população”, opinou.

Bolsonaro, o novo Trump em 2022, ensaiando. E os bolsomions grudados em sua cola… Lançam dúvidas a partir de agora. Eta! Gente daninha

Moro pede escolha de “candidatos íntegros” e Dino rebate: “cometeu o absurdo imperdoável de servir a Bolsonaro”

Do 247

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB-MA), usou suas redes sociais neste domingo (15) para rebater ao discurso do ex-juiz Sergio Moro, que serviu para manipular as eleições de 2018, retirando o ex-presidente Lula do pleito eleitoral, foi ministro da Justiça de Jair Bolsonaro e agora defende a escolha candidatos íntegros e ‘sem discurso de ódio’.

‘Pena que tais critérios não prevaleceram quando Moro cometeu o absurdo imperdoável de servir a Bolsonaro’, disse Flávio Dino. 

Dino ficou em primeiro lugar no concurso de juiz que prestou com Sergio Moro.

Investigação aponta operação coordenada em ataque ao TSE para alegação de fraude, como fizeram os bolsonaristas

Com informações do Folha

A empresa de segurança cibernética SaferNET, que atua em parceria com o Ministério Público Federal na identificação de fraudes eleitorais por meio da internet, apontou que os ataques ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições deste domingo 15, foram feitos por meio de uma “operação coordenada” com o objetivo de “desacreditar a Justiça Eleitoral”. Perfis bolsonaristas e de outros políticos ligados à direita passaram o domingo divulgando mensagens sobre o que seriam supostas fraudes colocando dúvidas sobre a credibilidade do TSE.

“Trata-se de uma operação coordenada e planejada para ser executada no dia das eleições com o objetivo de desacreditar a Justiça Eleitoral e eventualmente alegar fraude no resultado desfavorável a certos candidatos”, disse o presidente da SaferNet, Thiago Tavares, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

O ataque ao TSE foi registrado no início da manhã do domingo quando foram vazadas informações desatualizadas de um banco de dados antigos. Apesar da ação ter sido feita antes de 23 de outubro, deixaram para publicar o vazamento dos dados na manhã do domingo 15, para causar mais impacto”, disse o especialista.. “Em paralelo, deflagraram um ataque de negação de serviço (às 10h41) para tirar do ar o site e alguns serviços da Justiça Eleitoral”, completou

Trump diz no twitter que venceu as eleições e Felipe Neto responde que é a Britney Spears

Do 247

O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu mais uma demonstração, em suas redes sociais, de que vai tumultuar a transição democrática em seu país. Derrotado no processo eleitoral para o democrata Joe Biden, ele foi ao twitter e disse que “venceu a eleição”, num tweet que foi marcado pelo próprio Twitter como desinformativo. Depois disso, Trump foi zoado até por brasileiros, como Felipe Neto.

Míriam Leitão lança a picaretagem do “centro ampliado”, onde cabem Moro e a extrema direita

Por Kiko Nogueira – DCM

Miriam Leitão, Moro e o filho dela, Vladimir Netto, no lançamento do livro sobre a Lava Jato

Míriam Leitão tem duas obsessões na vida: o PT e o PT.

Há muito tempo ela deixou de fazer jornalismo para exercer uma espécie de vigarice intelectual digna de cartomante cigana.

Em sua fixação por assassinar o petismo, ela não se furta em moldar a realidade de acordo com sua — de seus patrões — realidade.

A busca é por encaixar Moro e mais alguém no “centro”.

Como isso simplesmente não bate com a realidade, Míriam vem com sua velha picaretagem de que “ouviu de políticos” uma formulação incrível.

São os mesmos fantasmas que estão atrás de um “Biden brasileiro”.

Segundo ela, essas fontes lhe dizem que “o que sai fortalecido nessas eleições é o ‘centro ampliado’”.

“Vai dos liberais da centro direita aos social democratas. O problema é que eles não têm uma cara. Para que direção pode ir o centro ampliado?”

Kiko – Eu respondo: ele vai até a extrema-direita, lá no final, onde encontra o fascismo.

 

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