Economia da Câmara deverá garantir décimo terceiro aos funcionários da prefeitura de Rio do Sul

Devolução de R$ 2 milhões será adiantada para julho

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Recurso servirá para custear mais da metade da primeira parcela do décimo terceiro salário dos servidores do Executivo (Imagem Ilustrativa)

O Poder Legislativo de Rio do Sul adiantará a devolução de recursos à administração municipal. R$ 2 milhões retornarão aos cofres do Executivo nos próximos dias e, pelo acordo alinhavado entre vereadores e prefeito, o recurso servirá para custear mais da metade da primeira parcela do décimo terceiro salário dos servidores do Executivo. O montante é resultado de diversas ações de economia que a Câmara de Vereadores vem realizando desde o início da atual legislatura, em 2017.

Do valor que a prefeitura encaminha mensalmente à Câmara para seu custeio, todo o saldo precisa voltar ao município, ou seja, ao Executivo, até o final de cada ano, sendo facultado ao Legislativo adiantar esta restituição. Recentemente houve um contato entre a prefeitura e os vereadores pedindo o depósito imediato do que a Câmara economizou em 2020, o que foi aceito pela Mesa Diretora com a indicação de que seja usado para o benefício dos funcionários da prefeitura.

A atual legislatura da Câmara Municipal de Rio do Sul, que começou em 2017, tem buscado fazer a “lição de casa”. Diversas ações foram tomadas para se trabalhar de forma enxuta, buscando a máxima eficiência em todos os sentidos. Isto se reflete de forma clara na verba que retorna da Câmara à prefeitura: se em 2015, por exemplo, chegou-se à devolução de R$ 1,5 milhão ao município, em 2019 o montante que voltou aos cofres públicos, para ser utilizado em obras, saúde, educação, passou de R$ 2,8 milhões.

Podemos citar, como atitudes que diminuíram de forma pesada os gastos do Legislativo: a troca da transmissão das sessões em TV aberta pela transmissão pela internet; a saída sem reposição de cinco servidores, possibilitada pela gestão de recursos humanos; a digitalização total dos processos, quase abolindo o uso de papel, impressoras e insumos; e o fim das diárias para agentes políticos. A partir de 2021, a perspectiva de economia é ainda maior, uma vez que o subsídio de cada vereador será 10% menor e não incidirá reposição inflacionária de 2020 para 2021.

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