Trombudenses têm atendimento normalizado no Pronto-socorro

O município vai quitar a dívida, cujo valor não foi revelado, referente ao período de 2014 a 2016

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Os pacientes de Trombudo Central voltam a ser atendidos normalmente no Pronto-socorro do Hospital Regional de Rio do Sul. O acerto deu-se durante reunião da diretoria da Fundação de Saúde do Alto Vale do Itajaí e a prefeita Geovana Gessner, que acertou o pagamento de débito referente ao período de 2014 a 2016. Participaram do encontro o presidente Giovani Nascimento; o seu vice Osmar Peters; o gerente geral, Siegfried Hildebrand; a gerente financeira, Roberta Livramento Goral Spies; os assessores jurídicos Marcos Zanella e Fábio Soar; além de André Nardelli Betti, procurador do município.

A prefeita pretende encaminhar com urgência à Câmara de Vereadores o pedido de autorização para quitar o débito, inclusive solicitando a convocação de uma sessão extraordinária, se houver necessidade. “Acreditamos que os vereadores sejam sensíveis, até mesmo porque sabem que caso o município não quite o débito dentro do prazo estabelecido pela Fusavi, o atendimento no PS será interrompido de vez”. A proposta é fazer pagamento único no dia 26 de janeiro, mas Geovana preferiu que o valor não fosse mencionado.

O atendimento no PS será exclusivo para os casos de urgência e emergência. Os demais continuam sendo no Posto de Saúde e no hospital local, que conta com serviço de pronto atendimento. A prefeita revelou que pretende num curto espaço de tempo zerar a demanda represada por exames, que é de 965. “Com o fechamento da maior empresa do município, assumimos 426 pessoas que perderam automaticamente seus planos de saúde”.

Nascimento observou que assim como Trombudo Central, outros municípios estão quitando os débitos com a Fusavi. “Aos poucos os prefeitos estão entendendo que precisam pagar a dívida antiga, muitas de seus antecessores”. Osmar Peters, que assume a presidência da Fusavi a partir de janeiro, ressaltou a importância da quitação do débito. “Vamos começar o ano com mais recursos disponíveis”, complementou.

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