Um homem perguntou em um fórum: comer tomate ajuda a aumentar o tamanho do pênis? Saiba a resposta (Foto: Infoescola)

Há muitas teorias de que alguns alimentos, quando ingeridos com certa regularidade, ajudam a aumentar o tamanho do pênis – e isso inclui um fruto que aparece com certa frequência: o tomate. Recentemente, um homem questionou em um fórum chamado Quora se o item em questão funciona como um “remédio caseiro” para o crescimento do membro. 

Mas, afinal, consumir tomate ajuda nessa finalidade? De acordo com o portal metro.co.uk, não há pesquisas que sustentam que passar os dias comendo pratos à base do alimento vai mudar o tamanho do pênis. Por outro lado, não há necessidade de ficar triste. Afinal, o alimento possui outros benefícios à saúde. 

É importante destacar que vegetais e frutas vermelhas como tomates, melancias e morangos contêm licopeno, um antioxidante que pode ter efeitos positivos no organismo, incluindo na saúde do órgão masculino. É o que explica um estudo publicado no jornal Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention. 

Segundo a pesquisa, homens que comem tomate ou que fazem refeições que contenham o alimento, 10 vezes por semana, são 18% menos propensos a desenvolver câncer de próstata, devido ao licopeno que afasta as toxinas que podem causas danos às células. Além disso, o consumo do fruto pode ser útil para aqueles que sofrem de infertilidade. 

Outro estudo ressalta que comer tomate em grande quantidade pode ajudar a melhorar o esperma. Também foi constatado que o alimento pode contribuir para a melhora do fluxo sanguíneo e, como consequência, dar ao público masculino ereções mais fortes. “O licopeno é um dos antioxidantes mais poderosos”, diz o urologista Paul Turek à Health.com  

Diante dos fatos, podemos concluir: o tomate é ótimo para diversas coisas, mas não funciona para o crescimento do pênis. Vale ainda ressaltar que é essencial não procurar medidas caseiras para aumentar o membro. Em caso de dúvidas, procure um médico, que poderá lhe passar as informações corretas. 

Fonte: Saúde – iG 

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