SCGÁS promoverá expansão da rede de gás natural em Rio do Sul

Está em implantação aproximadamente 500 metros de gasoduto de distribuição

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Quando da chegada do gás natural em Rio do Sul em 2016 - Raimundo Colombo e a presidente da Pamplona Alimentos, Irani Pamplona, acionaram o gás natural para a empresa (Foto: Jacqueline Nocetti, Secom, divulgação)

A SCGÁS iniciará amanhã uma obra de expansão da rede de gás natural em Rio do Sul, que inicialmente resultará na implantação de aproximadamente 500 metros de gasoduto de distribuição. A obra terá início nos fundos do Posto do Encontro, à margem da BR-470, e seguirá pela Rua Deputado Walter Roussenq. Ainda não foi possível estabelecer uma previsão de término da implantação da rede.

O que é o Gás Natural

Apesar de ter origem fóssil, o gás natural é considerado um combustível limpo, pois reduz em até 90% a emissão de gases poluentes. O insumo é composto principalmente por metano, molécula presente na decomposição de matéria orgânica. Sua queima resulta na liberação de vapor de água e gás carbônico. “O gás natural libera menos gases poluentes comparado a outros combustíveis fósseis, que têm cadeia química mais complexa. E apesar de não ser renovável, o gás natural é a opção mais amigável ao meio ambiente disponível em larga escala e economicamente competitivo”, explica o assessor de Segurança, Meio Ambiente e Saúde da SCGÁS, engenheiro Willian Anderson Lehmkuhl.

A SCGÁS produziu um estudo em 2012 para estimar a quantidade de CO² (dióxido de carbono) que os clientes da companhia deixaram de emitir ao adotar o gás natural como energético. O resultado constatou que 11 milhões de toneladas de CO2 deixaram de ser liberados na atmosfera desde o início das operações da Companhia. O volume de dióxido de carbono evitado corresponde ao efeito de 20,3 milhões de árvores, equivalente a quase 20 mil campos de futebol.

Além de emitir menos poluentes, o gás natural também atua como energético de transição entre os combustíveis fósseis e as energias renováveis. “Estamos saindo de uma época com uso excessivo de petróleo e carvão para pensar em novas fontes como energia solar, eólica e biomassa. Como é o último combustível fóssil da cadeia, toda a infraestrutura e a tecnologia desenvolvida para o gás natural poderá ser utilizada pelas energias renováveis no futuro”, completa Lehmkuhl.

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