Compare! Não embarque em barco furado

“O que aconteceu? Fizeram uma lavagem cerebral e mudaram as coisas. E transformaram o povo em massa, que destrói”, Papa Francisco

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Brasileiras e brasileiros estão em uma encruzilhada… No primeiro turno, o efeito manada, alimentado por fake news, notícias falsas e desinformação deram ao Bolsonaro, quase 50 milhões de votos. Brasileiras e brasileiros cantando o hino nacional e marchando ao abatedouro do facismo. Vendaram seus olhos juízes descomprometidos com a Constituição Cidadã, que demonizaram os partidos políticos, imprensa parcial que se dedicou a afrontar a Constituição Federal ao apoiar o impedimento da presidenta Dilma, sem crime. Imprensa que faz suas próprias leis, não informa, transforma e distorce a informação de tal forma que atenda seus interesses e de seus grupos. Que destaca apenas um lado, deixando ao outro a desinformação.

É a imprensa, que nas palavras do Papa Francisco, instrumentaliza o povo…

Essa instrumentalização do povo é também um desprezo pelo povo, porque o transforma em massa. É um elemento que se repete com frequência, desde os primeiros tempos até hoje”, disse o pontífice, segundo o Vatican News. “O que aconteceu? Fizeram uma lavagem cerebral e mudaram as coisas. E transformaram o povo em massa, que destrói.”

E reforça o Papa Francisco:

“A mídia começa a falar mal das pessoas, dos dirigentes, e com a calúnia e a difamação essas pessoas ficam manchadas”. Depois chega a justiça, “as condena e, no final, se faz um golpe de Estado”.

Francisco, também, lembra das FAKE NEWS, (instrumento utilizado por Bolsonaro, filhos, adeptos e seguidores).

Jornalistas e usuários de redes sociais devem rejeitar e desmascarar “táticas de serpente” manipuladoras que fomentam a divisão para servir a interesses políticos e econômicos. “Notícias falsas são um sinal de atitudes intolerantes e hipersensíveis e levam apenas a difusão de arrogância e ódio. Esse é o resultado final da mentira”.

O que omitem a “Rede Golpe de Televisão” e outras redes, que por serem concessionárias públicas deveriam zelar pela verdade. Mostrar, por exemplo, o autoritarismo, o facismo e a incompetência de Bolsonaro para administrar o complexo Brasil. Que ele é pela violência, pelo desrespeito a pessoas que não rezam pela sua enviesada cartilha do mal. Que a honestidade que ele prega é FAKE NEWS, citando apenas o recebimento de “auxílio moradia” tendo casa própria e a canalhice de dizer que utilizou nosso suado dinheiro “para comer gente porque estava sem mulher”.

Não destacam que “o PT, de vez em quando tem uma declaração aqui ou ali, mas na verdade é um partido que nasceu, cresceu na democracia, sempre jogou o jogo democrático e governou respeitando as instituições democráticas”.

Vamos comparar

Casamento, Família, religião & legado

Foto: Divulgação

Confira o legado de 16 anos de vida pública de Haddad e compare com o do adversário

Fernando Haddad: Uma esposa, casados há 30 anos, mãe de seus dois filhos. Ana Estela é professora livre-docente da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), possui um extenso currículo acadêmico e profissional. Participa ativamente da vida política do marido, da educação dos filhos (universitários). Nunca os filhos frequentaram as manchetes de jornais por malfeitos, violência, desrespeito aos diferentes …

Para Ana Estela, a mulher contemporânea avançou em termos de direitos, independência e conscientização, as ideias machistas são insuportáveis. “46% dos lares do Brasil são chefiados por mulheres”, lembra. Bolsonaro é um risco.

Ela segue criticando a extrema-direita comparando as atuações de Fernando Haddad, que recebeu diversos prêmios por sua atuação no ministério e frente à Prefeitura de São Paulo, com a de Bolsonaro, que teve aprovado apenas dois Projetos de Lei em 28 anos como deputado federal. “Haddad construiu, em 16 anos de gestão pública, seu legado, qual é mesmo o de Bolsonaro?”, questiona Ana Estela.

Fernando Haddad nasceu em 25 de janeiro de 1963. É Cristão Ortodoxo. (No final, o legado de Haddad.)

 

Foto: DCM

Qual o legado de Bolsonaro em 26 anos de câmara Federal?

Jair Bolsonaro: Várias mulheres, tendo ameaçado uma morte, segundo os jornais. O que diz a Bíblia, que ele diz seguir “… “não separe o homem o que Deus uniu… Ora, eu vos declaro que todo aquele que rejeita sua mulher, exceto no caso de matrimônio falso, e desposa uma outra, comete adultério”, (Mt 19, 6 e 9).

… não estrupo porque é muito feia, isso é amor ao próximo? Adorador de Ustra, insufla à violência e a morte … Não matarás…

Filhos truculentos, à sua imagem e semelhança… prestam culto à violência, divulgam fake news, pregam o nazifacismo, aparecem promovendo a mentira, desrespeito aos diferentes, e mamam nas tetas do governo… deputados, vereadores, profissão em que foram encaminhados pelo pai, político profissional, que nunca produziu nada de útil, nos muitos anos que sentou em cadeiras legislativas.

Professa a religião das igrejas evangélicas (muitas delas) picaretas, dirigidas por pastores que se Jesus Cristo voltasse, proibiria de falarem seu nome e os expulsaria de seus templos, não a chicotadas, mas com metralhadora.

Legado de Bolsonaro em 26 anos de Câmara Federal, “ele conseguiu aprovar dois projetos de lei e uma emenda: uma PEC que prevê emissão de recibos junto ao voto nas urnas eletrônicas e uma proposta que estende o benefício de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens de informática e outra que autoriza o uso da fosfoetanolamina, substância que ficou conhecida no Brasil como “pílula do câncer” e que testes demonstraram não ter qualquer efeito contra a doença.

O que diz uma pastora evangélica, que segue os ensinamento cristãos. “Estarei e estou com Haddad porque acredito que tem dois projetos em disputa nessas eleições, e só um deles se identifica com o Evangelho de Jesus, o evangelho de amor”, disse a pastora Odja Barros, uma das diversas lideranças evangélicas que anunciou apoio ao petista.

O legado de Haddad (Vida pública)

Carreira

Em 1986, associou-se ao engenheiro Paulo Nazar, seu cunhado, para atuar no ramo da incorporação e construção. Em 1988, trabalhou como analista de investimento do Unibanco. Em 1997, foi aprovado no concurso para lecionar na USP, tornando-se, aos 34 anos, professor do departamento de Ciência Política. No mesmo ano, se desfez do negócio da família em função do agravamento do estado de saúde de seu pai. A partir de 1998, trabalhou como consultor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, onde criou a Tabela Fipe.

Prefeitura de São Paulo (2001–2003)

Em 2001, assumiu a função de chefe de gabinete da Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico do município de São Paulo, no início da gestão da prefeita Marta Suplicy, integrando-se à equipe encarregada de equacionar o desequilíbrio fiscal provocado pelas dívidas herdadas da gestão anterior.

Na Secretaria, comandada por João Sayad, Haddad ajudou a montar uma estratégia de pagamento escalonado aos credores e a organizar as finanças municipais. Ao final de dois anos e meio, segundo fontes do Partido dos Trabalhadores (PT), o município teria alcançado o equilíbrio fiscal, incrementando a capacidade de investimento. Haddad deixou a Secretaria junto com Sayad, no primeiro semestre de 2003. Haddad, no mesmo ano, assumiu a Assessoria Especial do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e Sayad, em 2005, foi convidado por José Serra, eleito prefeito, para assumir a Secretaria de Cultura do Município de São Paulo.

Governo federal

Fernando Haddad como Ministro da Educação em 2006.

Em 2003, Fernando Haddad foi convidado por Guido Mantega para integrar sua equipe do Ministério do Planejamento, em Brasília. Na função de assessor especial, formatou a Lei de Parcerias Público-Privadas, as PPPs, destinada a estimular empresários a investir em áreas consideradas estratégicas pelo governo federal. No ano seguinte, foi promovido ao cargo de Secretário-Executivo do Ministério da Educação, na gestão de Tarso Genro. Desenvolveu o Programa Universidade para Todos (ProUni), transformando em lei federal o programa de concessão de bolsas de estudo em universidades privadas para estudantes de baixa renda. Em janeiro de 2012, o programa concedeu, segundo dados do governo federal, um milhão de bolsas de estudos.

Haddad assumiu o cargo de Ministro da Educação do Governo Lula em 29 de julho de 2005. Com o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) de 2007, inaugurou no MEC uma visão sistêmica da educação, que levou o Ministério a atuar da creche à pós-graduação. Ainda em 2007, instituiu o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), que passa a medir a qualidade do ensino fundamental e médio. O novo indicador permite estabelecer metas de desempenho anual para cada escola, município e estado, bem como melhorar a distribuição dos recursos pela identificação das carências localizadas.

Em (2007), substituiu o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica- (FUNDEB). A mudança ampliou o fundo de financiamento – antes restrito ao ensino fundamental – para toda a educação básica, incluindo creche, pré-escola, ensino médio e modalidades como alfabetização de adultos, educação no meio rural, entre outras. Em 2008, Claudio Haddad, diretor do Ibmec São Paulo, o solicitou com a proposta de mudar o Sistema S. Com o Fundeb, os recursos transferidos da União para estados e municípios saltam de 500 milhões de reais (média no Fundef) para cinco bilhões ao ano. Em contrapartida, estabeleceu o piso salarial nacional para o professor, que passou a ser progressivamente adotado pelas unidades federativas.

Ao final da gestão Haddad, o Brasil havia aumentado o investimento público em educação de 3,9% para 5,1% do produto interno bruto. Os maiores investimentos não resultaram em melhora da educação de acordo com a análises internacionais de desempenho, como o PISA, no qual o Brasil se manteve na 52ª posição entre 57 países e na Unesco, que manteve o país na 80ª colocação entre 129 países avaliados. Haddad respondeu que a posição do Brasil no Pisa não era uma “vergonha”.

Ainda durante a gestão Haddad, estipulou-se o ensino fundamental de nove anos e expandiu-se o acesso ao ensino superior com a criação de catorze novas universidades federais e mais de 100 campi. Com isso, segundo dados do governo, o número de vagas em universidades federais aumentou de 139 mil para 218 mil. Por meio da criação do SiSU, o Sistema de Seleção Unificada o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) torna-se uma porta de entrada para instituições públicas de ensino superior.

Acesso à universidade

Haddad em 2011.

O Programa Universidade para Todos (ProUni) foi um projeto criado durante a gestão de Haddad no MEC, que concede bolsas de estudo em universidades privadas para estudantes de baixa renda. O embrião do projeto surgiu quando ele integrava a Secretaria de Finanças na gestão Marta Suplicy na Prefeitura de São Paulo. Na ocasião, já havia proposto uma lei municipal que permitia a transformação de débitos tributários de instituições privadas de ensino em bolsas de estudos. Quando assessorou o então ministro do Planejamento Guido Mantega, prosseguiu discutindo com universidades particulares a proposta de trocar tributos por bolsas. Quando foi secretário executivo do Ministério da Educação, em 2004, concretizou a ideia na forma de projeto de lei federal. E foi durante a sua gestão como ministro que o programa se expandiu até atingir a marca de um milhão de bolsas concedidas. Com o mesmo propósito de facilitar o acesso de estudantes de baixa renda à universidade, o ministro Haddad alterou as regras do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES). Assegurou a redução dos juros, aumento de prazo de carência, dispensa de fiador e um mecanismo de remissão da dívida para professores da escola pública e médicos do Sistema Único de Saúde (SUS), à razão de 1% por mês de exercício profissional. Haddad instalou 14 novas universidades federais e concebeu e implementou a Universidade Aberta do Brasil e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. Durante os seis anos e meio em que comandou o MEC, o número de vagas no ensino superior público federal passou de 139,9 mil em 2007 para 218,2 mil em 2010. Foram entregues ao país 126 campus universitários federais, 214 escolas técnicas e 587 polos de educação à distância. O número de formandos cresceu 195% nos últimos dez anos.

Em 2009, Haddad reformulou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A mudança ampliou as funções do exame e, em 2011, 59 universidades federais e privadas já utilizavam a nota do ENEM para substituir o vestibular, à semelhança dos sistemas utilizados em outros países, como o SAT norte-americano e o Baccalauréat francês. O ENEM, de acordo com informações do Portal R7, é considerado o segundo maior exame do mundo, só sendo superado pelo exame aplicado na China.

No início, no entanto, o Enem foi marcado pelo que os estatísticos chamam de lei dos grandes números. Nas primeiras edições do ENEM foram registrados problemas de diferentes magnitudes. As falhas, no entanto, não teriam afetado a credibilidade do Enem, que vem crescendo continuadamente em participação. Em 2009, foram 4,15 milhões de inscritos no Enem. Em 2010, 4,61 milhões, e em 2011, o número de candidatos saltou para 6,22 milhões.O Enem é o maior exame vestibular do Brasil (reconhecido oficialmente pelo RankBrasil – Recordes Brasileiros) e o segundo maior do mundo, atrás somente do Gāo Kǎo, o exame de admissão do ensino superior da República Popular da China. Em 2016, a prova contou com mais de 9 milhões de inscritos, divididos em 1.661 municípios do país.

Emendas constitucionais para a Educação

Haddad conseguiu apoio político para aprovar duas Emendas Constitucionais (nº 53 e nº 59) que alteraram oito dispositivos da Constituição, instituindo:

Obrigatoriedade do ensino dos 4 aos 17 anos;

Fim do dispositivo de Desvinculação de Receitas da União (DRU) que retirava do orçamento do MEC, desde 1995, cerca de R$ 10 bilhões ao ano;

Limite mínimo do investimento público em educação como proporção do PIB;

Ensino fundamental de nove anos;

Substituição do Fundef pelo Fundeb;

Piso salarial nacional para os professores da rede pública;

Extensão dos programas complementares de livro didático, alimentação, transporte e saúde escolar para toda a educação básica, da creche ao ensino médio.

Indicadores da educação

Haddad em um evento em 2011

Indicadores nacionais e internacionais de avaliação constatam que, embora ainda haja muito a fazer para compensar o atraso histórico da educação brasileira, houve melhorias objetivas durante a gestão de Haddad no MEC. Segundo o Banco Mundial, o Brasil foi o país que mais avançou em aumento de escolaridade. Segundo o IDEB, a nota média dos alunos subiu acima das metas pré-fixadas como viáveis para o período entre 2005 e 2009. Nos anos iniciais do ensino fundamental (1ª à 4ª série) a nota passou de 3,8 para 4,6 – a meta era de 4,2. Nos anos finais do ensino fundamental (5ª à 8ª série), subiu de 3,5 para 4,0 – a meta era de 3,7. No ensino médio, o Ideb subiu de 3,4 para 3,6 – a meta era de 3,5. No indicador internacional – Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) –, o Brasil aparece entre os três países que mais evoluíram na educação básica, depois do Chile e de Luxemburgo. O avanço foi classificado no relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) como “impressionante”.

Segundo pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha, logo após Haddad ser indicado pelo Partido dos Trabalhadores em janeiro de 2012 para se candidatar à Prefeitura de São Paulo, a pasta de educação do governo federal (MEC) foi a melhor avaliada pela opinião pública.

Distribuição de livros didáticos

Fernando Haddad ao lado do símbolo do projeto “Sesi Indústria do Conhecimento” em 2006.

Durante sua gestão, o Programa Nacional de Livros Didáticos (PNLD) distribuiu mais de 700 milhões de livros gratuitos para estudantes do ensino fundamental e ensino médio. Foram atendidas 185 mil escolas em todas as regiões do Brasil.[86] Desse total, 484 mil livros destinados a jovens e adultos foram alvo de grande polêmica em 2012. O livro intitulado Por uma Vida Melhor citava expressões como “nós pega os livro” e “os menino pega o peixe” para exemplificar que esta linguagem, coloquial em algumas regiões do país, não se adequa à norma culta da língua portuguesa. Inicialmente, a imprensa anunciou que foram distribuídos livros com erros de concordância verbal. O debate se prolongou com a discordância entre estudiosos sobre o ensino da língua nas escolas. Professores como Pasquale Cipro Neto, Marcos Bagno, Carlos Alberto Faraco e Dante Lucchesi se posicionaram a favor da obra, enquanto a Academia Brasileira de Letras emitiu uma nota pública contrária à aplicação do livro, argumentando que não cabe ensinar em sala de aula variedades da língua que não seja a padrão. Haddad prestou esclarecimentos sobre o livro no Senado Federal e a Defensoria Pública da União propôs uma ação judicial pedindo o recolhimento dos livros. A ação acabou sendo arquivada pelo Ministério Público Federal, por considerar que o livro não propaga o estudo errado da língua portuguesa.

Em setembro de 2007, o livro Nova História Crítica de Mario Schmidt, que constava no Guia do Livro Didático do Ministério da Educação de 2002 até abril de 2007 e era distribuído em escolas do ensino fundamental, foi alvo de polêmica semelhante. Ali Kamel, diretor de jornalismo da Rede Globo, apontou que o livro teria como finalidade a doutrinação dos alunos para o socialismo. Para a historiadora Eliana Vinhaes, professora da UERJ, a polêmica não passou de uma “falsa questão”, pois ninguém se mostrou incomodado pelas passagens do livro em relação ao negro e ao índio, que, segundo ela, também deixam a desejar. Apesar da polêmica, o livro de Schmidt para o segundo grau permaneceu no PNLD de 2008.

Programa Brasil Sem Homofobia

Em 2004, o Ministério da Saúde/Conselho Nacional de Combate à Discriminação elaboraram o Programa Brasil Sem Homofobia, após as secretarias e entidades sociais concluírem que entre tantos preconceitos existentes, apenas um deles é a homofobia, que significa o ódio e a violência contra homossexuais, e que prejudica a imagem de alunos, professores e servidores, interfere no aprendizado e na evasão escolar. Como parte dessa política, o MEC vem capacitando professores para o combate à homofobia, financiando projetos em todas as regiões para promover o reconhecimento à diversidade sexual e trabalhando com instituições de ensino superior na produção de materiais didáticos de enfretamento ao problema.

Em 2008, a ONG Pathfinder, em parceria com outras entidades, produziu três vídeos com recursos de uma emenda parlamentar que foram liberados pelo MEC. Os vídeos integravam um kit de materiais pedagógicos que seriam distribuídos nas escolas do ensino médio. Os críticos do programa batizaram-no de “Kit Gay” (que nunca existiu – Confira na editoria política), entendendo que o programa não combate nenhum preconceito e tinha a finalidade de “ensinar e divulgar o estilo de vida homossexual”.

Em 2011, os vídeos foram postados na internet antes de serem examinados e aprovados pelo ministério. O material provocou polêmica nos meios de comunicação. Programas de TV evangélicos e bancadas parlamentares religiosas da Câmara dos Deputados apontaram que os vídeos não pretendiam combater preconceitos em geral, mas estimulavam a prática homossexual nos alunos. Do outro lado, parlamentares progressistas, lideranças e entidades sociais defendiam o projeto das ONGs. A Unesco entrou no debate, declarando que o kit estava “adequado às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destina”.

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