Em oito anos de atuação, aeronaves Arcanjos dos Bombeiros já realizaram mais de 6,4 mil missões aéreas

Em oito anos de atuação, as quatro aeronaves Arcanjos, do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, já atenderam diretamente cerca de 6 mil pessoas, em mais de 6,4 mil missões aéreas. Foram 106 apoios a partos emergenciais ou transportes de parturientes e recém-nascidos ao hospital; 1,6 mil transportes emergenciais entre hospitais, de órgãos a serem transplantados ou em apoio para monitoramento em situações de desastres naturais. Para comemorar os oito anos de implantação do Batalhão Operações Aéreas em Santa Catarina, solenidade foi realizada nesta sexta-feira 2, às 9h, no hangar do BOA, junto ao Aeroporto Hercílio Luz, em Florianópolis. Na ocasião, também aconteceu a troca de comando do Batalhão, do Tenente Coronel BM Giovani Fernando Kemper ao Tenente Coronel Diogo Bahia Losso.

Emergências cardíacas

Segundo o balanço do Corpo de Bombeiros, nos oito anos de atividades, os Arcanjos também atuaram na busca ou resgate de 348 casos de pessoas perdidas, desaparecidas ou que precisavam de ajuda. Outras 370 situações envolviam casos de afogamentos e de resgate aquático. A campeã dos atendimentos são as emergências cardíacas. Foram 1.071 casos atendidos.

Frota aérea

Atualmente, o Batalhão Operações Aéreas atua com quatro aeronaves, são os helicópteros Arcanjos 01 e 03, sediados em Florianópolis e Blumenau, respectivamente, e os aviões Arcanjos 02 e 04, todos com base na Capital.

Os aviões são empregados em missões secundárias como transporte Inter hospitalar, transporte de órgãos e pacientes para transplantes, repatriamento de pacientes internados fora do estado ou da sua região e transporte de frações de tropa. Recentemente, o avião foi usado para o repatriamento de um menino argentino e da mãe, vítimas de um acidente grave na BR-470 em Pouso Redondo.

Já os helicópteros, por serem menores e mais ágeis, são usados nas missões primárias, ou seja, atendimento inicial de vítimas, como acidentes de trânsito, emergências cardiológicas, afogamentos, buscas, resgates entre outros. Todo o trabalho é feito em parceria com o Samu, que oferece todo suporte médico e especializado nos atendimentos.