Milton Hobus fala como líder do PSD, na Alesc

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Ele demonstrou preocupação com a questão da segurança pública: “Estado precisa estar preparado para o enfrentamento de qualquer cenário”

Na terça-feira 7, oficializado pela bancada do PSD, o nome de Milton Hobus como líder do partido, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Com o maior número de deputados estaduais, Hobus será o responsável por orientar os parlamentares da sigla sobre projetos importantes ao desenvolvimento do Estado, junto ao Poder Executivo Estadual.

O deputado, que estava licenciado, retornou ao parlamento em 1º de janeiro de 2017. Durante os trabalhos como líder, Hobus pretende fortalecer junto aos pares o partido e reforçar as bases com os demais deputados.

Deputado Milton Hobus, lide do PSD na Alesc (Foto: Divulgação)

Discurso:

Durante o primeiro discurso de 2017 e já como líder, Milton Hobus destacou a importância de 2017 para a Defesa Civil do Estado. Destacou que serão instalados os 20 Centros Regionais, que serão o braço da secretaria de Estado para resposta imediata e atendimento possíveis fenômenos adversos.

O parlamentar salientou ainda que a Defesa Civil está prestes a inaugurar as duas sobrelevações, no Alto Vale do Itajaí.  “O Estado deve assinar logo a ordem de serviço para a construção de mais três barragens no Alto Vale,” disse.

São as estruturas em Petrolândia, Mirim Doce e Braço do Trombudo, conforme já previsto no orçamento público. Milton Hobus lembrou também que o entrave em Botuverá está próximo do fim. Segundo ele, um consenso entre Estado e ICMBio deve dar sequência ao processo de construção da barragem prevista para o município.

Além da Defesa Civil, Milton Hobus demonstrou preocupação com a questão da segurança pública que assola o Brasil e destacou que o Estado precisa estar preparado para o enfrentamento de qualquer cenário.

Antes de encerrar, Milton Hobus pontuou a falta de investimentos em Rodovias Federais que cortam Santa Catarina e destacou a situação na BR 470, que corta o Vale do Itajaí. “Não dá mais pra circular pela BR 470, por causa do volume de caminhões, veículos, a quantidade de buracos, insegurança e a falta de investimentos,” salientou.

Milton Hobus disse que se a situação continuar do jeito que se encontra, o agronegócio, que fomenta a economia de Santa Catarina vai ser suprimido pela falta de condições de tráfego pelas estradas federais.

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